Eu não sou mais um;
Não sou o de antes,
O agora me mudou.
Esperam a primavera,
As folhas deixadas no quintal.
O amor, personagem tão inventivo,
Não faz mais parte do imaginário,
Agora é real!
Como a insensatez de amar.
Mas,
Eu amo tuas mãos macias e teus cabelos soltos.
O brilho do sol em teus olhos,
Eu amo.
Amo os lábios dos beija-flores, mel eterno,
E o peito do meu amparo.
Eu quero o tempo se puder ser um segundo teu,
Aceito o segundo, se eu for o único.
Não aceito metade, sobras ou restos,
Eu amo por inteiro.
Eu quero a dor, se quiser me machucar,
Ou mesmo a saudade, nesse breve desencontro.
Aceito as mentiras, se foram sinceras
E também a verdade, se for a nossa.
Eu quero ser plural,
Assim; nós dois, hoje e sempre,
Ou nunca,
Caso isso seja tão perfeito,
Que nunca possa ser real.

mandou bem, bruno! um lindo poema! parabéns!
ResponderExcluirobrigado pelo apoio Vivian
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